Ingles Verde Amarelo

Não achas aqui um lugar tranqüilo
Para sentarmos e contemplarmos
As brisas passarem,
Os pássaros cantarem,
O beija flor, o beija flor
E o seu insaciável amor.
Aqui não é o lugar mais certo
Para que os desacertos
Sejam corrigidos
E caia chuva, e vente os aromas.
No único lugar próprio do mundo
Para se pensar a calma,
Para se falar com alma
Pra se deixar chorar
Os olhos e o coração.
Aqui sob o alpendre natural da encosta
De um lado ramas reclinadas de flores
E de todos os rumos onde apontam
Nossos desejos, vê-se Deus, temos Deus.
Não é aqui verdadeiro, o lugar
Para eu soltar minha cabeça no teu ombro
E o teu corpo se apoiar
Enquanto a vida descansa. . .
Enquanto a tarde e seus burburinhos
Vão terminando.
Não é aqui no teu leito
Que cabe os dois mundos
O meu e o teu, e ainda cabe
O amor do tamanho que está.
http://paginaderecado-antoniaveras.blogspot.com/

Exibições: 8

Comentário de Jan Jacobs em 1 março 2009 às 2:11
Que linda poema! Obrigada por publicá-la. A senhora criá-lo?
Comentário de Antônia Veras em 5 março 2009 às 19:27
Comece a mandar ainda Hoje! Grátis!



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se sentir saudades, mate-a.
se perder um amor, não se perca!
se o achar, segure-o!"

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Comentário de Antônia Veras em 7 abril 2009 às 11:06


this poem is beautiful!
More orkut is some minutes i
so keep it out of orkut
to keep memories
because the best moments
are in good memories ...
Uma música! Escute...
Artista: WWW.TAJEVI.NET



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Comentário de Antônia Veras em 23 abril 2009 às 2:23
[kml_flashembed movie="http://myplayer.endavomedia.com/myPlayer.swf?uid=6bf9aa18e07111afda46a64c44c2f4d3" width="350" height="563" wmode="transparent" /]

Comentário de Antônia Veras em 14 maio 2009 às 4:16
Comentário de Antônia Veras em 26 maio 2009 às 10:09



"Presente do sol"

E é assim...
A mesmice apaga o fogo, e frios...
caminhavam.
Fugindo de envolvimento.
Desacreditavam...
Até a libido congelou..
Mas de um ponto qualquer do mundo
o sol a presenteou
Com aqueles olhos tristes de menino perdido
Que agora se achou...
Amor...
coisa louca, ilumina
Na seqüência, desatina.
E foi assim... dia apos dia
Ela, que já não acreditava, para crer que seria possível
Teve que digerir que não era mais sozinha.
Envolvimento maior a cada dia...
De repente, tudo muda , a uma pessoa pertencia
E com esta tal de saudade...
Sabia que conviveria.
Agora?!
Vai pra cama.
Presença viva na memoria.
Na boca
a vontade do gosto do beijo
Na pele...
queria tatuado o corpo dele.




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Comentário de Antônia Veras em 26 maio 2009 às 15:07


Ah, meu amor, tão terno e generoso,
não ser eu sempre para ti o que tu és para mim.

E o dia passando, nada moroso,
faz-me desfrutar muito mais o teu imenso jardim.

Um jardim onde só cabem as mais lindas flores,
da palavra o verbo, do desejo o bem-querer.

Pundonor, respeito e cuidados, grandes amores,
que se passeiam de mão dadas, no bem viver.

Ah, e quem dera, ser o teu largo sorriso,
a sabedoria que te rege e a sensibilidade.

Pois que nada mais aqui preciso,
do que entregar-te em colo, a minha humildade.

E alicerçando a raiz, do nosso grande amor,
partamos prá vida, sem mais demora.

Que aos amantes não se pede favor,
quando o beijo desejado, neles aflora.
Comentário de Antônia Veras em 23 junho 2009 às 3:26



Je voulais
une rime
plus clairement
et objective dans
domaine de la fonction
poétique, exacerbant
tous la rage en moi
Dieu éternel
dialectique absorbée
seulement le contenu
la littérature que l'amour
peuvent inspirer les
cœur d'un éternel
l'amour ...
Comentário de Antônia Veras em 27 junho 2009 às 16:03
42923.jpg

Le défi de l'amour ...
Et ne pas être aimé ...
J'ai dû faire face à la lutte mes sentiments ...

Parmi les soupirs de la nuit ...
Demande d'une douce brise du vent ...
C'est comme un triste ...
J'ai eu mon tourment ...

La douleur qui s'endort sur moi ...
Je me suis enfui dans les rêves que vous recherchez ...
Et lentement libéré mon esprit ...
Pour voyager librement ...

La vérité est: je suis innocent ...
Dormir la douleur, je ... suite
Et en mauvais rêves ...
Je continue à trouver ...

(*_*)
Comentário de Antônia Veras em 27 junho 2009 às 16:05


42923.jpg

Le défi de l'amour ...
Et ne pas être aimé ...
J'ai dû faire face à la lutte mes sentiments ...

Parmi les soupirs de la nuit ...
Demande d'une douce brise du vent ...
C'est comme un triste ...
J'ai eu mon tourment ...

La douleur qui s'endort sur moi ...
Je me suis enfui dans les rêves que vous recherchez ...
Et lentement libéré mon esprit ...
Pour voyager librement ...

La vérité est: je suis innocent ...
Dormir la douleur, je ... suite
Et en mauvais rêves ...
Je continue à trouver ...

(*_*)

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